Plutão em Escorpião: A geração pirata

O sentido clássico da palavra pirataria se refere a bandidos que se reuniam em quadrilhas que viajavam pelos mares de navio a procura de outros navios ou cidades costeiras para serem saqueados. Atualmente, entretanto, a palavra tem outra conotação, consistindo na distribuição ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais, o que consiste teoricamente em crime. Inicialmente combatida e repudiada, a pirataria sobretudo nos meios virtuais cresceu de tal forma que atualmente a única forma de se eliminar a pirataria seria “apagando e reiniciando” a internet de novo, do zero.

A pirataria é um movimento sobretudo jovem e é uma característica da atual geração de adolescentes e jovens adultos, que diferentemente dos seus pais, cresceram em uma época onde existe fácil acesso a praticamente tudo no que diz respeito a mídia, onde o controle é mínimo e onde as coisas se desvalorizam rapidamente, porque existe excessiva quantidade de oferta e mínima qualidade no que é oferecido. Vivemos em uma época onde a arte se transformou num artigo que é descartável ao mesmo tempo em que é algo de primeira necessidade para todas as pessoas, já que somos marcados por uma cultura onde diversas coisas representadas pelo signo de gêmeos são mais valorizadas, como indica o atual ciclo de conjunções entre netuno e Plutão, que está ocorrendo sempre em gêmeos. Comunicação, mídia, entrenimento: Essas coisas converteram-se em artigos de primeira necessidade na nossa sociedade.

A geração que nasceu com Plutão em Escorpião é a que marca com mais força esse movimento. As gerações de Plutão em Virgem e Libra já estavam adultas quando a internet tomou sua proporção mais global, e a geração escorpiana, que é a que vai se transformando em geração adulta de agora em diante, é a que estava em fase púbere ao longo deste processo. A geração de plutão em Sagitário é a que toma consciência do mundo quando o atual processo de distribuição do acesso livre a arte se conclui, é uma geração que toma consciencia de um mundo onde existe “fartura”, sem que essa fartura seja algo significativo pra ela, o que  com certeza  é para a geração de Plutão em virgem por exemplo, que nasceu e se desenvolveu num momento em que haviam limitações muito maiores.

Mas o que eu quero apontar é a geração de Escorpião como pivô de todo esse processo. Ao contrário de Touro, signo oposto a escorpião que representa a concentração de tudo aquilo que representa valor, Escorpião é o signo que representa a troca, o escambo, o comércio e a distribuição, compartilhamento de recursos, troca de experiências, elementos que tendem a ser ampliados e exagerados pelo signo subsequnte, Sagitário.

Atualmente a pirataria se converteu em aliada do capitalismo e é o que pode restaurar um movimento de busca pela excelência em todos os sentidos. Se há acesso gratuito, ninguém vai pagar pelo que não tem valor, as pessoas experimentam os produtos porque estão saturadas de consumir lixo e comprar gato por lebre. Se você assiste um filme baixado pela internet antes de ir ao cinema ou de fazer um investimento num dvd, você terá a certeza de que estará investindo em algo que realmente tem qualidade. se você ouve as músicas de um artista e se você realmente gosta do que ele tem pra oferecer você se sentirá confiante e não se importará de fazer um investimento alto para ir ao concerto dele.  Dessa forma, vemos que algo que parecia perdido com a última passagem de plutão por sagitário que destruiu a qualidade de tudo em nome da quantidade e do exagero, agora com plutão em capricórnio é recuperado, vemos um movimento que visa a restauração da excelência, da qualidade.

Nota: Quando me refiro a “geração de Plutão em virgem” me refiro às pessoas nascidas entre 1957 e 1970. A geração de plutão em libra já é a geração das pessoas que nasceram quando plutão transitava este signo, entre os anos de 1971 e 1983. A geração de Plutão em escorpião nasceu entre os anos de 1983 e 1995, e a geração de Plutão em sagitário nasceu entre 1995 e 2008. De 2008 pra cá vemos plutão por Capricórnio, que até o momento passou por apenas 1/6 do signo. Plutão só sairá de capricórnio em 2022.

Sol em Libra com Ascendente em Câncer

Com Câncer Ascendendo sua personalidade é doce, suave e cortês levando algumas das tendências librianas típicas ao extremo, mas ao mesmo tempo tende a ser mais seletivo com as pessoas, além de muito defensivo o que dá a a impressão de você ser tímido, o que em geral não é o caso. Câncer e libra são signos líderes mas são também signos ditos “úmidos”. A liderança no seu caso vem na forma de uma sutil manipulação tanto intelectual quanto emocional. Em geral você é automaticamente agradável e mascara seus sentimentos mais ruins transmitindo uma imagem mais plácida, tranqüila e aparentemente inatingível. Isso de certa forma revela muito da sua força de caráter, ao se manter firme no propósito libriano de manter a paz a todo custo. Mas por conta disso você se verá freqüentemente inserido em situações insustentáveis envolvendo abuso e relacionamentos turbulentos, e seu lado emotivo tenderá a colocar todo o planejamento libriano a perder, fazendo com que você vire a mesa e revele uma sinceridade que surge as vezes surpreendendo as pessoas e estragando seu próprio ideal libriano de relacionamentos perfeitos. Será difícil pra você aprender a conviver com sua intensa natureza emocional, mas encare isso como um trunfo ao invés de um problema, porque a emoção lhe confere também intuição e sensibilidade. Você tende a ser romântico e dificilmente estará sozinho. tende a construir família e a ser um pai ou mãe exemplares, e a fazer um esforço tremendo para manter relacionamentos mesmo quando eles dão todos os sinais de desgaste. Suas amizades são como uma máfia onde você necessariamente tem de ser o chefe que controla a tudo de forma sutil e manipulativa. Você tende a criar vínculos intimistas com facilidade e rapidez e acaba cativando algumas pessoas de tal forma que acaba ficando difícil se livrar delas depois. é o preço a se pagar por ser sempre bondoso com todos, isso acaba atraindo pessoas carentes e inseguras que vão se relacionar com você como se você fosse um pai ou mãe.  

Jeff Goldblum

Jeffrey Lynn “Jeff” Goldblum (West Homestead, 22 de outubro de 1952) é um ator norte-americano, conhecido por seus personagens muitas vezes inteligentes e excêntricos — muitas vezes cientistas — e visual único (mede 1,93 m e olhar vesgo).
Goldblum, o terceiro filho de um médico judeu e uma radialista, se mudou para a cidade de Nova Iorque aos dezessete anos para se tornar um ator. Trabalhou em teatro e estudou atuação no renomado Neighborhood Playhouse sob a direção de Sanford Meisner. Jeff fez sua estréia na Broadway na produção de “The Two Glentlemen of Verona”. Ele é também cantor e pianista de jazz, e declarou que se não fosse ator, dedicaria sua vida à música.
Jeff foi protagonista de filmes como A Mosca (seu desempenho mais aclamado) e The Tall Guy. Seus importantes personagens secundários incluem Invasores de Corpos (1978), O Reencontro (1983), Jurassic Park (1993), Independence Day (1996). Ele também participou de As aventuras de Buckaroo Banzai na 8ª Dimensão.
Goldblum emprestou sua voz à maioria das campanhas publicitárias da Apple nos EUA, incluindo a do iBook. Também emprestou sua voz às campanhas da Toyota americana.
Ele ensina interpretação na Playhouse West em North Hollywood com Robert Carnegie. Foi com diversos atores dessa companhia que ele improvisou e dirigiu o filme de curta-metragem “Little Surprises”, que foi indicado ao Oscar em 1996. Atualmente Jeff integra o elenco regular da série policial Law & Order: Criminal Intent como o excêntrico detetive Zach Nichols.

Klaus Kinski

Nikolaus Günter Karl Nakszynski, mais conhecido como Klaus Kinski, (Sopot, Cidade Livre de Danzig, 18 de Outubro de 1926 – Lagunitas, Califórnia, 23 de Novembro de 1991) foi um ator alemão e pai da actriz Nastassja Kinski. Klaus Kinski nasceu em 18 de outubro de 1926 em Zoppot (hoje Sopot, Polónia), que na época fazia parte da Cidade Livre de Danzig. Em 1930/31, a família mudou-se para Berlim, onde Kinski freqüentou o Prinz-Heinrich-Gymnasium em Schöneberg. Teve uma infância e juventude atribuladas. Os seus pais eram muito pobres e por vezes teve de roubar para comer. Desde cedo se mostrou empreendedor e desembaraçado.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o jovem Kinski foi convocado para a Wehrmacht e serviu nos Países Baixos. Kinski deserta e rende-se às tropas britânicas, passando a maior parte da guerra como prisioneiro de guerra. Foi no campo de prisioneiros que descobriu seu talento de ator, representando para os outros prisioneiros. Após a guerra, decide retornar à Alemanha Ocidental em vez da Polônia devido ao regime comunista lá instalado.
Na Alemanha, Kinski estudou teatro sob vários mestres, mas era sobretudo um autodidacta. Tornou-se famoso como recitador de textos de Shakespeare, Oscar Wilde, Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire ou François Villon. Trabalhou no teatro e em 1948 estreou-se no cinema, desempenhando um pequeno papel no filme Morituri. Tornou-se actor do emergente cinema alemão do pós-guerra e no início dos anos 60 a sua carreira internacionalizou-se, tendo participado no filme Doutor Jivago de David Lean, em western-spaguethis e em inúmeros filmes de série B.
Durante a sua carreira, Kinski teve propostas de realizadores como Federico Fellini, Pier Paolo Pasolini, Luchino Visconti ou Steven Spielberg, mas, segundo ele, recusava quase sempre a favor de papéis em filmes de realizadores menores ou medíocres, que lhe pagassem melhor e lhe dessem menos incómodo. No entanto, essas recusas deviam-se, provavelmente, ao facto de Kinski não querer trabalhar com realizadores com personalidades tão fortes quanto a sua, que o pudessem ofuscar ou, de alguma forma, subjugar.
A sua reputação internacional foi obtida depois de cinco colaborações com o cineasta Werner Herzog nos filmes Aguirre, der Zorn Gottes (1972), Woyzeck (baseado na peça de Georg Büchner) (1979), Nosferatu: Phantom der Nacht (1979), Fitzcarraldo (1982) e finalmente Cobra Verde (1987). Em 1989 Kinski foi também realizador do filme Kinski Paganini.
A personalidade Kinski era bastante pitoresca e controversa. Era uma vedeta caprichosa e difícil e as suas violentas explosões coléricas, por motivos insignificantes, tornaram-se lendárias. Era o terror dos realizadores e produtores. Por outro lado, era um Don Juan insaciável e chegava a querer participar num filme só para ter oportunidade de seduzir determinada actriz. Não era um actor camaleónico ou minimalista ou que pudesse representar vários tipos de personagens. A sua personalidade forte sobressaía e representava quase sempre personagens do tipo dostoievskiano: atormentados, fanáticos, violentos, obcecados, intensos, criminosos, apaixonados ou loucos.
Em 1975, publicou a sua magnífica e rabelaisiana autobiografia Ich bin so wild nach deinem Erdbeermund , onde relata a sua vida intensa e atormentada, as suas ardentes e inúmeras paixões e aventuras eróticas, e onde também revela a sua personalidade excessiva e algo fantasiosa.
Foi casado quatro vezes e pai de três filhos, entre os quais a actriz Nastassja Kinski.

William Faulkner

William Cuthbert Faulkner (New Albany, 25 de setembro de 1897 — Byhalia, 6 de julho de 1962) é considerado um dos maiores escritores estadunidenses do século XX.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1949. Posteriormente, ganhou o National Book Awards em 1951, por Collected Stories e em 1955, pelo romance Uma Fábula. Foi vencedor de dois prêmios Pulitzer, o primeiro em 1955 por Uma Fábula e o segundo em 1962 por Os Desgarrados.
Utilizando a técnica do fluxo de consciência, consagrada por James Joyce, Virginia Woolf, Marcel Proust e Thomas Mann, Faulkner narrou a decadência do sul dos Estados Unidos da América, interiorizando-a em seus personagens, a maioria deles vivendo situações desesperadoras no condado imaginário de Yoknapatawpha. Por muitas vezes descrever múltiplos pontos de vista (não raro, simultaneamente) e impor bruscas mudanças de tempo narrativo, a obra faulkneriana é tida como hermética e desafiadora.